terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Guitarra Eletrrica


  1. Cabeça, mão ou paleta.
  2. Pestana
  3. Cravelhas ou Tarraxas
  4. Trastes
  5. Tirante ou Tensor
  6. Marcação
  7. Braço
  8. Tróculo (Junta do braço)
  9. Corpo
  10. Captadores
  11. Potenciômetros
  12. Cavalete (ou ponte)
  13. Protetor de tampo (ou escudo)
  14. Fundo
  15. Tampo
  16. Lateral ou faixas
  17. Abertura ou boca
  18. Cordas
  19. Rastilho
  20. Escala

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Citaras




A cítara é um instrumento de cordas, usado sobretudo na música folclórica, mais comumente em países de língua alemã nos Alpes e na Europa do Leste.
O instrumento consiste numa série de cordas esticadas dentro ou sobre uma caixa de ressonância. Existem versões que só têm cordas livres, e versões em que algumas cordas estão esticadas sobre uma manga com trastos. Como vários outros instrumentos de corda, existe em versões acústicas e eléctricas. Desconfia-se que o nome cítara deriva de um instrumento da Grécia antiga chamada Kithara.
Na classificação de instrumentos de Hornbostel–Sachs, cítaras é também o nome dado a qualquer tipo de instrumentos que contém cordas esticadas dentro de uma caixa de ressonância, como por exemplo, saltério, psaltério, Saltério dos Apalaches, guqin, guzheng, koto, kantele, gayageum, đàn tranh, kanun, autoharpa, santoor, saltério chines, piano, cravo, santur, swarmandal, entre outros. Neste caso pode-se chamar de família das cítaras.
Diferente da cítara, o sitar possui suas cordas esticadas além da caixa de ressonância, ou seja, num braço.

Guitarra Portuguesa




Assim como outras cítaras europeias, como por exemplo, a thueringe ou a hamburger Waldzither alemã (ainda hoje em uso na Alemanha, se bem que escasso), ela representa tanto ao nivel da afinação como ao nivel da construção do seu interior e exterior um dos desenvolvimentos diretos do cistre europeu renascentista. Este instrumento esteve fortemente presente na música de corte de toda a Europa, mas especialmente na Itália, França e Alemanha desde meados do século XVI até finais do século XVIII.
Deste instrumento existem ainda centenas de exemplares bem conservados espalhados em vários museus por toda a Europa. As primeiras cítaras que, fundamentalmente, são um cistre com ligeiras alterações em dimensão da caixa de ressonância, braço, material das cordas, etc, divulgaram-se a partir do inicio do século XVIII como um instrumento também bastante usado pela Burguesia para interpretar música mais ao seu gosto (como suites, minuetos, modinhas, etc) e, em dado momento, nalgumas regiões também usado pelas camadas mais populares para interpretar música popular (das quais nos resta menos documentação).
O cistre terá, por sua vez, baseando-se no vasto legado iconográfico da Idade Média, como antepassado mais provável a cítola medieval, da qual existem várias imagens, esculturas e relatos em crónicas da época e um único exemplar num museu em Inglaterra, do século XIII.
A cítara inglesa do século XVIII (em Portugal chamada Guitarra Inglesa), por vezes erroneamente considerada o antepassado da guitarra portuguesa, é tambem uma descendente do cistre renascentista, mas acrescentada de alterações substanciais, como uma afinação e uma construção interior completamente diferentes das típicas do cistre e das outras citaras europeias. Nao é pois um antepassado, mas sim parente próximo. O único elemento que a guitarra portuguesa provavelmente assimilou "por empréstimo" da guitarra inglesa, foi a mecânica de afinação, posteriormente alterada e aprimorada esteticamente em Portugal.
Nas suas origens remotas e mais incertas, esta família de instrumentos remonta provavelmente á Khytara grega e aos primeiros instrumentos de corda com braço, dos quais os vestígios mais antigos foram encontrados na presente Turquia (não confundir com o alaúde, que é muito mais tardio e ao nível da construção e afinação, apesar das semelhanças na forma, pertence a outra genealogia de instrumentos